Primeira sessão

O que ninguém
te conta antes.

Marcar terapia costuma travar menos por falta de vontade e mais por medo do desconhecido. Então vou tirar o desconhecido do caminho.


Do começo ao fim

Cinco passos, nenhum mistério.

Você escreve

Uma mensagem no WhatsApp, do tamanho que der. Não precisa explicar o problema — "queria marcar uma conversa" já basta.

Respondo com os horários possíveis e o valor da sessão. Se algum ponto precisar ser combinado antes, combinamos por ali mesmo.

A gente marca

Presencial ou online, o que fizer mais sentido para a sua rotina. Dá para mudar de formato depois — muita gente alterna.

Os primeiros minutos

Não precisa começar pelo começo. Ninguém chega com a história organizada, e organizar é parte do trabalho, não pré-requisito.

Costumo perguntar o que trouxe você agora — não o que aconteceu na sua vida inteira, mas por que essa semana e não outra.

O resto da sessão

Cinquenta minutos. Escuto mais do que falo. Faço perguntas quando elas ajudam a abrir alguma coisa, não para preencher silêncio.

Você não é obrigada a responder nada. "Não quero falar disso hoje" é uma resposta completa e eu trabalho com ela.

No fim

Combinamos se e quando tem próxima. Sem cobrança: às vezes uma conversa só já resolve o que precisava, e isso também é um bom desfecho.

Se eu achar que outro profissional atende melhor a sua demanda, digo na hora e indico.

Medos comuns

As perguntas que quase ninguém faz em voz alta.

Ouço todas elas com frequência. Se você pensou em alguma, não é a primeira.

E se eu chorar?

Chora. Tem lenço na sala e tempo de sobra. Chorar não interrompe a sessão nem exige pedido de desculpas.

E se eu travar e não souber o que dizer?

Travar é comum e não é problema. A gente começa por outro lugar — às vezes pelo próprio travamento, que costuma ter o que dizer.

Preciso contar tudo logo na primeira?

Não. Você conta o que quiser, no ritmo que quiser. Há coisas que só aparecem no sexto mês, e está tudo certo.

E se eu não gostar de você?

Acontece e é legítimo. O vínculo é o que mais determina resultado em psicoterapia — se não houver, o certo é procurar outra pessoa. Posso ajudar a indicar.

Meu problema é bobo demais para terapia?

Não existe sofrimento pequeno o bastante para não ser escutado. A pergunta útil não é se é grave, é o quanto está custando a você.

Vou precisar tomar remédio?

Psicóloga não prescreve. Em parte dos casos avaliação psiquiátrica ajuda, e aí eu sugiro e indico — os dois trabalhos convivem bem.

Sigilo

O que é dito
em sessão fica
em sessão.

O sigilo profissional é garantido pelo Código de Ética Profissional do Psicólogo e vale igualmente para o atendimento online.

As exceções são estreitas e previstas em lei — situações de risco de vida ou determinação judicial. Se alguma delas aparecer, você fica sabendo por mim antes de qualquer outra pessoa.

Agendamento

Ainda ficou alguma dúvida?

Pergunte antes de marcar. Respondo sem compromisso.